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28/11/2010

Ben Underwood - Mais vídeos e link

Este é um documentário sobre um garoto (Ben Underwood), que aprendeu usar a ecolocalização para navegar ao redor do mundo. Ben Underwood é cego, mas conseguiu fazer algumas proezas verdadeiramente extraordinário. Ben faleceu na manhã de 19 de janeiro de 2009, aos 16 anos.

http://www.benunderwood.com/













24/11/2010

O dia em que um sorriso parou São Paulo. (The day when a smile stopped Sao Paulo).

Vi esse vídeo no Blog da Rebeca



A Brastemp te ajuda a se inspirar para tornar a sua rotina mais leve. Este é o registro de uma ação da Brastemp realizada através de 11 estacões de rádio de São Paulo. As rádios trasmitiram simultaneamente o spot Sorriso, que convidava os motoristas a sorrir para o motorista ao lado.
(11 radio stations synchronized its spots to invite people to smile at the people in the car next to them).

22/11/2010

Vitória Martins

Hoje tomo a liberdade de postar um vídeo que vi no Blog do Rodrigo, para que mais pessoas possam compartilhar

A emocionante história da menina Vitória Martins, de 14 anos, que sofre com uma doença raríssima, incurável, chamada dermatite bolhosa distrófica, mas, apesar dos incômodos da enfermidade, sente que tem uma missão para cumprir.
Mantém hoje um pequeno grupo com aproximadamente 30 crianças e tem inspirado muitas pessoas a fazerem a diferença na obra de pregar os ensinamentos bíblicos. No caso dela, é mais do que pregar, sua própria vida tem sido um testemunho.

20/11/2010

Liu Wei - Turnê

Reuters, reuters.com, Atualizado: 19/11/2010 6:23
Pianista chinês sem braços fará turnê mundial

REUTERS
PEQUIM (Reuters Life!) - O pianista chinês sem braços Liu Wei fará sua primeira turnê mundial para apresentar sua habilidade especial, mostrando ao público internacional a destreza com os dedos dos pés.

Liu nasceu em Pequim e perdeu os dois braços aos 10 anos de idade quando foi eletrocutado durante uma brincadeira de esconde-esconde. Ele conquistou a fama no país tocando piano com os dedos do pé durante o show de talentos de sucesso 'China's Got Talent.'

A versão chinesa do programa estreou em maio, e a semifinal foi a mais vista no país.

Gravações de suas apresentações foram rapidamente difundidas pela Internet, transformando Liu em um sucesso imediato, semelhante a artistas que disputaram o 'Got Talent' em outros países, como Susan Boyle e Paul Potts.

Apesar de precisar de ajuda nas tarefas do dia-a-dia, como comer e beber, Liu estava determinado em treinar os dedos do pé para tocar o piano, e começou a aprender sozinho há cinco anos, praticando até sete horas por dia.

'Sinto que não sou diferente de outras pessoas. Perdi meus dois braços, mas ainda posso fazer as coisas de que gosto. Acho que é isso que outras pessoas valorizaram em mim', disse ele.

O itinerário de Liu inclui Hong Kong, Paris, Viena e Taipei.

(Reportagem da Reuters Television)

16/11/2010

Smile. Grow. Alive!: Por Fátima Ornellas

Do blog da Rebeca, um lindo texto de Fátima Ornellas

Smile. Grow. Alive!: Por Fátima Ornellas: "'Eu, incansável observadora do ser humano e psicóloga por vocação, reflito sobre a necessidade que alguns têm de fazer mal ao outro. Este ou..."

"Eu, incansável observadora do ser humano e psicóloga por vocação, reflito sobre a necessidade que alguns têm de fazer mal ao outro. Este outro que tanto incomoda talvez por ter o que lhes falta. Na verdade não suportam a falta, nem tampouco a frustração. Também não aceitam a solidão que freqüentemente atraem para si. Carentes de tudo e de todos, nada sabem sobre trocas afetivas. Tentam roubar a paz e infligir o sofrimento. Ao provocar o choro alheio, experimentam uma sensação de poder extremamente prazerosa. Comemoram sua capacidade de tornar o outro infeliz, como se fosse um grande mérito. Não sabem que a felicidade é uma conquista pessoal, que um momento triste certamente não se perpetuará se existir fé, amigos e acolhedores abraços.

Narcisos auto-admiradores, e lamentavelmente autodestrutivos, se envolvem em mentiras e envernizam suas inseparáveis máscaras diariamente. Plantam maledicência e dor e não sabem por que estão sempre tão sozinhos. Precisam de ajuda e humildade para recomeçar de forma diferente. Porém não adianta apenas desejar, é preciso que desejem muito e sinceramente, com todas as forças da alma.

Pra quem já incomodou algum Narciso, vale lembrar que “O choro pode durar uma noite, mas o sol sempre vem pela manhã”… Afinal, você tem fé, amigos e muitos abraços… O outro infelizmente ainda não.
Encontrei uma identificação. Apesar do meu caso ser absurdamente mais simples."
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Tia Fátima, sua filha permitiu que eu repostasse seu texto. Ficou lindo, eu amei.

Irineu Regiani

A história de Irineu Regiani, que apesar de ser portador de deficiência física, se superou. Escreveu um livro e tornou-se vereador em Sarandi, próximo a Maringá, tornando-se um exemplo de dedicação. Hoje, encontra-se doente, inconsciente desde dezembro de 2008, após a descoberta de um câncer na cabeça. Este vídeo tem pelo menos 8 anos e torna-se público agora como homenagem a este grande homem. Maringá, fevereiro de 2009

15/11/2010

David Kate Jamie and Emily Ogg.avi

Abraço salva bebê dado como morto
Mãe colocou gêmeo prematuro perto do peito, e a criança voltou a respirarUma mãe australiana disse ao jornal britânico “Mail Online” que conseguiu salvar a vida do filho que nasceu prematuro de 27 semanas depois de ele ser considerado morto pelos médicos. Os especialistas falaram que Jamie Ogg, que nasceu com 900 gramas, não tinha chances de sobreviver. Enquanto a irmã gêmea, Emily, nasceu bem, Jamie lutou por 20 minutos, mas foi declarado morto.

Foi quando os médicos entregaram o bebê à mãe Kate e pediram para que ela e o pai se despedissem. Kate desenrolou Jamie do cobertor, colocou perto de seu peito e começou a conversar com ele. “Ele era muito mole. Seus pequenos braços e pernas estavam apenas caindo fora de seu corpo. Dissemos a ele qual era seu nome e que tinha uma irmã”, disse.

Depois de duas horas de conversar com o filho, tocá-lo e acariciá-lo, ele começou a mostrar sinais de vida. Em seguida, após sua mãe colocar um pouco de leite materno no dedo e dar a ele, o bebê começou a respirar.

Kate Ogg disse ao programa “Today Tonight”, do Canal 7, que seus bebês gêmeos, uma menina e um menino, nasceram prematuramente com apenas 27 semanas, pesando dois quilos cada. Após o parto, os médicos retiraram os bebês e declararam que Emily estava muito bem, mas informaram aos pais que, depois de lutar para salvar a sua vida, o menino parou de respirar. Perguntaram a Kate e seu marido David se tinham um nome para o menino. Ela disse: “Sim, Jamie”, e deram-lhe o bebê para segurar.

A história trouxe à tona no país a questão de quantos bebês foram abandonados depois que os médicos desistiram deles, quando se tivessem sido entregues às suas mães imediatamente após o nascimento, o contato pele a pele poderia ter estimulado as funções vitais. O método se chama “cuidado tipo canguru”, uma mãe abraçando um bebê recém-nascido em contato pele a pele.

Alan Fonteles no Esporte Espetacular



14/11/2010

Como arrumar seu filho pra escola em 5 minutos

França cria praia para cegos

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/08/090831_praiacegos_is.shtml?s

Clique aqui para ver o vídeo
A cidade de Saint Jean de Luz, no sudoeste da França, instalou em uma praia equipamentos que permitem que os cegos nadem em segurança, graças a um sistema simples de rádio sem fio.

Boias com sensores de áudio colocadas no mar, com uma distância de 15 metros entre uma e outra, ajudam os cegos a se localizarem na água.

Cada um deles usa no pulso um aparelho parecido com um cronômetro. Quando eles apertam o botão, os sensores dizem exatamente onde eles estão em relação às boias. E há um botão de emergência, caso haja algum problema.

Pascal Andiazabal é um frequentador do local e o diz que o problema para nadadores cegos, como ele, é perder o senso de direção na água.

"Quando eu ouço as mensagens dos sensores dizendo perto de qual boia eu estou, eu sei onde estou e não fico desorientado", diz Andiazabal.

O custo de instalar o sistema ficou em cerca de 25 mil euros, mas o projeto ainda precisa de alguns ajustes.

"Isso aqui é uma baía com ondas e marés e, quando a maré está baixa, as boias com os sensores não ficam estáveis e isso precisa ser consertado", diz o vice-prefeito de Saint Jean de Luz, Ferdinand Echave.

Em várias partes do sul da França as praias estão sendo preparadas para receber cegos com segurança.

James Aspland

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/04/100430_meninocego_ba.shtml

Menino cego aprende a se locomover usando técnica de morcegos

A nova técnica já está fazendo diferença, diz a mãe de Jamie
Um menino cego de quatro anos de idade está aprendendo a se locomover de maneira independente aprendendo a técnica de sonar usada por golfinhos para identificar objetos a sua volta.

James Aspland, do condado de Kent, na Inglaterra, é cego de nascença e está aprendendo a técnica com um especialista em mobilidade para deficientes visuais, o americano Daniel Kish, que perdeu a visão aos 13 anos e preside a organização Acesso ao Mundo para os Cegos.

A técnica envolve a emissão de estalos agudos com a língua para ouvir como eles reverberam nas superfícies próximas, ajudando um deficiente visual a localizar objetos e perceber seu tamanho - e seu posicionamento em relação a eles - pelo eco que eles produzem.

Técnicas semelhantes são usadas por animais como golfinhos e morcegos, mas como eles podem emitir sons muito mais agudos, sua percepção dos objetos é muito mais precisa e detalhada.

Segundo o jornal local Kent Messenger, Jamie será acompanhando por 12 meses por Kish, que dará ideias para seu treinamento. O especialista diz que a técnica ajuda a identificar objetos grandes, como prédios, a uma distância de até 100 metros.

Sua mãe, Debs Aspland, relatou uma ocasião em um parque, em que o filho conseguiu se desviar de uma cerca a tempo de evitar uma colisão.

O especialista, que treina pessoas no mundo todo, diz que 75% de seus “aprendizes” são crianças. Ele também pratica mountain bike e montanhismo, sempre utilizando a técnica.

13/11/2010

Philippe Croizon cruza Canal da Mancha a nado

Um francês de 42 anos de idade que teve as pernas e os braços amputados após um acidente completou neste sábado a travessia a nado do Canal da Mancha, trecho de mar que separa a Grã-Bretanha e a França.

Philippe Croizon deixou a cidade inglesa de Folkestone às 6h45 da manhã (2h45 em Brasília) e nadou até a cidade de Cap Gris Nez, na costa da França, onde chegou por volta de 16h13 (horário de Brasília).

O nadador completou o trajeto de cerca de 34 km utilizando próteses especiais para as pernas e em um período mais curto que o previsto.

A equipe que apoia Croizon esperava que ele completasse a travessia em cerca de 24 horas, e não nas cerca de 13 horas e meia em que ele venceu o percurso.

Acidente

Há cerca de 16 anos, Croizon foi eletrocutado ao tentar remover uma antena de televisão do telhado de uma casa. Após o acidente, médicos tiveram que amputar seus quatro membros.

Depois da travessia, Croizon disse à BBC que em nenhum momento acreditou que não conseguiria completar o percurso, apesar das dores que sentia em todo o corpo.

O pai do nadador afirmou que ele foi beneficiado por condições favoráveis de vento e que ele teria sido inclusive acompanhado por três golfinhos durante um período, o que interpretou como “sinal de boa sorte”.

Croizon se preparou por cerca de dois anos para realizar a travessia.




Internacionalização da Amazônia,

INTERNACIONALIZAÇÃO DA AMAZÔNIA

CRISTOVAM BUARQUE


Educador e político, nascido em Pernambuco, doutor em Economia, foi reitor da Universidade de Brasília e governador do Distrito Federal. Eleito Senador em 2002, é atualmente Ministro da Educação.(1)


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Durante um debate em uma Universidade, nos Estados Unidos em 2001, Buarque foi questionado por um estudante — que disse solicitar a resposta de um humanista e não de um brasileiro — acerca da internacionalização da Amazônia. Sua resposta, brilhante, foi dada de improviso. Posteriormente Buarque escreveu-a, sob a forma de um artigo, que aqui reproduzimos.

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"Fui questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia, durante um debate recente, nos Estados Unidos. O jovem introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para uma resposta minha. De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia.

Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Respondi que, como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, podia imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia é para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Os ricos do mundo, no direito de queimar esse imenso patrimônio da humanidade.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.

Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar que esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, possa ser manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante o encontro em que recebi a pergunta, as Nações Unidas reuniam o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu disse que Nova York, como sede das Nações Unidas, deveria ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa."

Doenças Esquecidas

[TVEFE] A cada dia morrem no mundo 8 mil pessoas em países pobres por causa das doenças que têm solução nos países desenvolvidos. Por isso, a organização "Médicos Sem Fronteiras" lançou na Espanha uma campanha com o objetivo de sensibilizar a sociedade. A ação quer "tornar visível" seis das 14 doenças "esquecidas": a do sonho, a tuberculose, a leishmaniose, o Mal de Chagas, a malária e a AIDS infantil.